“O líder é aquele que consegue elevar a equipe; quando ele cresce, a equipe cresce com ele." – Mario Sergio Cortella
O que está por trás da guerra pela Warner?
Quando a Paramount Skydance decidiu fazer uma oferta hostil para adquirir a Warner Bros. Discovery, ela não estava apenas tentando comprar um gigante de Hollywood.
Estava tentando capturar um ativo estratégico raro em um setor onde bibliotecas, propriedade intelectual e distribuição global tornaram-se armas corporativas.
A reação imediata veio da Netflix, que acaba de fechar um acordo com a Warner e não gostou de ver outro player chegando com uma mala de dinheiro para cima do mesmo ativo. O co-CEO Ted Sarandos afirmou que a investida da Paramount era “esperada” e reforçou que a Netflix está 100% confiante na transação já firmada.
Para o mercado, o recado foi claro: a disputa está só começando — e vale bilhões.
A Paramount fez algo que poucas empresas têm coragem de fazer: foi diretamente aos acionistas e conselheiros da Warner, ignorando a gestão da companhia — o que caracteriza uma aquisição hostil.
E colocou na mesa um argumento direto:
US$ 18 bilhões a mais, em dinheiro, do que a oferta da Netflix.
A cada investida, Wall Street reage. Após a nova proposta, as ações da Warner subiram 7%, sinalizando que o mercado vê valor (e oportunidade) na briga.
Mas por quê?
Porque a Warner é dona de um dos catálogos mais valiosos do mundo:
DC Comics
Harry Potter
Game of Thrones
Friends, Looney Tunes, HBO Originals
Num mundo de guerra por assinantes, o controle dessas franquias é poder de barganha, retorno garantido e moeda estratégica.
OpenAI pisa no acelerador: GPT-5.2 chega dia 9 em clima de “código vermelho”
A OpenAI decidiu que não dá mais para esperar. Depois do estrondo causado pelo Gemini 3, que assumiu a liderança dos benchmarks globais e virou queridinho da indústria, a companhia vai lançar o GPT-5.2 já na próxima terça-feira. Internamente, o clima é de alerta máximo: no dia 1º de dezembro, Sam Altman declarou “código vermelho”, o nível mais alto da escala de emergência da empresa.
O recado foi direto: foco absoluto em velocidade, confiabilidade e personalização do ChatGPT.
Todo o resto — publicidade, shopping tools e até o assistente pessoal Pulse — ficou em espera. Segundo fontes ouvidas pelo The Verge, o modelo está pronto para entrar em campo e deve fechar a lacuna que o Google abriu com seu desempenho explosivo.
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2025 marcou o início de um novo movimento global no mercado de trabalho: as lideranças híbridas. São profissionais que unem tecnologia, IA e visão de negócios. Esses são alguns cargos que já começaram a ganhar relevância nas empresas:
→ AI Strategy Manager → Chief AI Officer → AI Transformation Lead → Product Manager AI-Driven → AI Business Architect → AI Adoption Leader
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O dia em que o Pix fez história (de novo)
É a primeira vez desde 2020 que o sistema ultrapassa a marca de 300 milhões de operações diárias — um novo patamar para a infraestrutura que, na prática, virou o motor da economia brasileira.
O salto aconteceu no quinto dia útil do mês, quando salários caem e o país inteiro se movimenta financeiramente. Para o Banco Central, o recado é claro:
“O resultado demonstra a importância do Pix como infraestrutura digital pública para o funcionamento da economia nacional.”
Recorde atrás de recorde: a escalada não para
O marco desta semana não veio sozinho. Uma semana antes, em 28 de novembro, o Pix já havia estabelecido um novo topo: 297,4 milhões de transações e R$ 166,2 bilhões movimentados — impulsionados pela combinação explosiva de Black Friday + primeira parcela do 13º salário.
Antes disso, o recorde pertencia a 5 de setembro, com 290 milhões de operações. A sequência de rompimentos mostra um sistema em franca aceleração.
O Pix completou cinco anos em novembro e já reúne 178,9 milhões de usuários, sendo:
- 162,3 milhões de pessoas físicas
- 16,6 milhões de empresas
É praticamente o país inteiro plugado na mesma infraestrutura.