“Algumas pessoas querem que algo aconteça, outras desejam que aconteça, outras fazem acontecer” – Michael Jordan, empresário e ex-jogador de basquete norte-americano
Antes de começar, uma pergunta: com a tecnologia revolucionando o setor financeiro, como você pode se posicionar na vanguarda das Fintechs?
💸Nós vamos reunir os principais nomes desse mercado no evento Fintech Xperience, onde você descobrirá as tendências, os desafios e o futuro das finanças digitais no Brasil.
O evento será presencial, em São Paulo, no dia 15 de maio. Esta é a sua oportunidade de interagir com os principais tomadores de decisão e os visionários que estão moldando o futuro do mercado financeiro.
A solidão na era da inteligência artificial: conexão ou isolamento?
Foto: Pexels:
A necessidade de conexão é uma característica essencial dos seres humanos desde os tempos antigos.Aristóteles já dizia que somos animais sociais, e essa verdade segue atual — da vida nas cidades gregas às interações nas redes sociais digitais. A busca por vínculos molda nosso modo de viver e trabalhar, influenciando até nossa evolução como sociedade.
Por outro lado, a falta de conexão tem mostrado impactos ainda mais graves. O isolamento social tem sido comparado, por autoridades como o cirurgião-geral dos EUA, a hábitos extremamente prejudiciais, como fumar diariamente. Pesquisas apontam que conexões ruins ou inexistentes aumentam os riscos de doenças físicas e mentais.
🤖Em meio a esse cenário, a inteligência artificial surge como uma alternativa de companhia, sendo adotada principalmente por pessoas mais solitárias, como apontam estudos sobre o uso emocional do ChatGPT.
Por que importa? Apesar de a tecnologia oferecer conforto e ocupar um espaço crescente nas relações humanas, ela não substitui a presença e a troca que apenas vínculos reais podem proporcionar. A solidão tem influenciado comportamentos de consumo e transformado mercados, como o de pets no Brasil, mas o desafio está em equilibrar o uso de ferramentas digitais com o cultivo das conexões humanas — solução que, embora antiga, continua sendo essencial nos tempos modernos.
A BaixaCNPJ é uma empresa que surgiu na pandemia, durante um dos períodos mais desafiadores para o empreendedorismo no Brasil, quando o país registrou um alto número de encerramentos de empresas. Desde então, ela tem se dedicado a facilitar o processo de fechamento de CNPJs.
Agora, com uma nova parceria com grandes players de tecnologia, a empresa ganha escala e automatiza seus serviços, lançando uma plataforma digital que promete encerrar empresas em apenas um dia útil, além de oferecer soluções para regularização fiscal.
📈A plataforma, com lançamento previsto para o primeiro semestre de 2025, foi pensada especialmente para empreendedores que estão mudando de ramo, abrindo um novo negócio ou que possuem empresas inativas e desejam evitar custos desnecessários. Segundo os fundadores, o objetivo é transformar um processo tradicionalmente lento e burocrático em algo simples, rápido e acessível. Os planos da BaixaCNPJ atendem a diferentes perfis econômicos, com serviços a partir de R$ 800.
Por que importa? A importância dessa inovação está em repensar o ato de empreender — que não se resume apenas à abertura de um negócio, mas também ao encerramento consciente dele. Encerrar uma empresa de forma eficiente evita prejuízos e facilita novos começos. A BaixaCNPJ atua justamente nesse ponto, desburocratizando e digitalizando um processo que ainda é bastante analógico no Brasil, contribuindo para um ecossistema empreendedor mais saudável e ágil.
Menos vagas, mais oportunidades.A revolução da IA na automatização de times e processos estão mudando o futuro de várias empresas e negócios, inclusive, das fintechs. Startups e fintechs estão encolhendo em time e investimento, mas aumentando em oportunidades. Quer saber como os maiores players e instituições do mercado financeiro estão redefinindo o mercado e se preparando para 2025? Clique AQUI e descubra.
O iPhone agora é um produto financeiro — e o Itaú entendeu isso antes de todo mundo
Por Junior Borneli, CEO da StartSe
📲Sim, é isso mesmo. Em 2024, o Itaú Unibanco foi maior do que a Apple no Brasil, no que diz respeito a vendas de iPhones.
O movimento começou com força na pré-venda do iPhone 16.
Nas primeiras 48 horas, o banco vendeu 3.500 unidades, um salto de 40% em relação ao ano anterior.
Mas não foi só um pico pontual. Fontes de mercado confirmam: o Itaú Unibanco foi o maior canal de vendas do iPhone no país. Não é só sobre vender celulares. É sobre distribuição, recorrência, fidelização.
🍎 A Apple continua fabricando, mas quem está ficando com o relacionamento e os dados do consumidor final são os bancos e osmarketplaces.
O iPhone virou um produto financeiro, parcelado em até 24x, com cashback, pontos e upgrade garantido. Tudo isso sem sair do app do banco.
O jogo virou. E não é mais só sobre tecnologia. É sobre ecossistemas. O Itaú Unibanco não quer ser só banco. Quer ser canal. Quer ser plataforma. E está conseguindo. Na nova economia, quem domina o ponto de contato domina o mercado.
A sua opinião é valiosa para nós. Diz aí: o que você achou da edição de hoje?
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