“A maior habilidade de um líder é desenvolver habilidades extraordinárias em pessoas comuns." – Abraham Lincoln
Existe trabalho depois da aposentadoria? A Disney confirma que sim
A Disney indicou Jeff Williams, ex-COO da Apple, para integrar seu Conselho de Administração. Se a nomeação for aprovada pelos acionistas em 2026, ele se tornará o 11º membro do colegiado.
Williams dedicou quase três décadas à Apple, ocupando posições essenciais como chefe da cadeia global de suprimentos, operações mundiais, supervisão do design e liderando iniciativas de saúde e produtos — incluindo o desenvolvimento do Apple Watch.
Apesar de sua aposentadoria em 2025, sua indicação demonstra um movimento claro: executivos com longa trajetória, bagagem cultural, vivência no mercado e preparo adequado continuam sendo ativos valiosos, seja para inovação, governança ou expansão estratégica — mesmo fora da vida executiva.
Migrar da execução ao consultivo, ou seja, sair de um cargo executivo para o de conselheiro exige preparo específico. Só experiência não ganha.
Cristiano Ronaldo — atleta, bilionário, marca global — acaba de adicionar mais um capítulo à sua trajetória fora dos gramados: tornou-se investidor e embaixador global da Perplexity AI, a startup que promete reinventar as buscas com inteligência artificial.
O acordo, que não teve valores revelados, inclui patrocínio mundial e o lançamento do Cristiano Ronaldo Hub, um espaço interativo dentro da plataforma que revisita a carreira do jogador, seus recordes, jogos emblemáticos e momentos que moldaram o esporte.
Não é um movimento isolado. Ronaldo já tem um portfólio robusto: redes de hotéis, academias, grupo de mídia e diversos negócios em Portugal. Segundo a Bloomberg Billionaires, seu patrimônio chega a US$ 1,4 bilhão. Agora, ele dá um passo firme em direção a um dos setores mais disputados do planeta.
Antecipar a doença será fundamental para os profissionais da saúde
A saúde, que sempre se baseou em tratamento e prevenção, já é capaz de detectar doenças antes dos sintomas, antecipar riscos com base em biomarcadores digitais e customizar tratamentos. Isso é o que chamamos de predição; e ela só é possível graças à tecnologia e à IA. Enquanto o mercado Health Tech evolui, cresce também a demanda por profissionais que dominem tecnologia, dados, modelos de risco, interoperabilidade e liderança digital.
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Meta aposta em modelo fechado treinado com IA... da China
O ponto de partida desta história não é apenas a Meta lançar um novo modelo. É algo maior: a derrocada de uma estratégia inteira.
Depois de anos defendendo que modelos abertos eram o futuro da IA — e de construir sua reputação em cima das linhas do Llama — Mark Zuckerberg acaba de puxar o freio de mão e virar na direção oposta. O novo modelo fechado, codinome “Avocado”, está previsto para 2026 e marca uma ruptura total com o legado recente da empresa.
A justificativa nos bastidores? O lançamento de Llama 4, em abril de 2025, decepcionou profundamente o mercado. Benchmarks fracos, críticas da comunidade e até suspeitas de que a Meta havia testado publicamente uma versão superior à que disponibilizou para download colocaram a empresa na berlinda.
A consequência: reestruturação, demissões veladas e um Zuckerberg cada vez mais controlador sobre o destino da IA dentro da empresa.
O detalhe explosivo: o “Avocado” está sendo treinado com tecnologia chinesa
E aqui entra a reviravolta geopolítica. Segundo a Bloomberg, o grupo TBD Lab da Meta está incorporando ao treinamento do Avocado vários modelos externos — incluindo o Qwen, da Alibaba, um dos sistemas mais avançados produzidos pela China.